Código das Minúcias
Sobre

Em busca de entender os primórdios da consciência biológica o artista usa poesia e semiótica para apresentar pequenos robôs antropomórficos e autômatos que percebem o ambiente através dos seus sensores e responde o mundo concreto com movimentos e sons.

Código das Minúcias propõem uma Arquitetura para um Ser Artificial Corpóreo, baseada em Semiótica Peirceana e Greimasiana, com o foco específico na formação cognitiva do ser artificial nos estágios “pré-natais” e no período da infância robótica. Usando o Signo de Peirce como modelo básico, o Código apresenta uma base para uma consciência artificial, e cria estratégias para a programação de um sistema sensitivo, classificatório e interpretativo, para seres robóticos corpóreos e singulares.

Com as possibilidades investigativas da Arte, as metodologias da Linguística e da Semiótica, e a realização da Engenharia da Computação, existe uma potência da otimização da arquitetura de modelos computacionais semióticos já existentes e outras propostas inéditas. Este projeto inédito exerce função Inter/Trans disciplinar e busca convergir informações de várias áreas do conhecimento flexionando-as pela lente da Poética Artística e gerando soluções alternativas da interação homem-máquina e especificamente em como reconstruímos formalmente, através da ciência, da matemática e da lógica, modelos de Inteligência.

A arquitetura desenvolvida no Código das Minúcias pensa cada momento do processo de percepção fenomênico, a entrada destas informações em pequenos pacotes que serão processados por vários Codlets com funções específicas e que modificam a parte central da Arquitetura: o signo do “Eu”. O Eu relaciona os inputs do mundo ao corpo do Ser, suas relações e respostas, ações e planejamentos, buscando sempre o controle de si mesmo e do espaço próximo (ao redor).

Jack Holmer - Código das Minúcias

Jack Holmer possui graduação em Licenciatura em Desenho pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (2004). É Mestre em Comunicação e Linguagens pela Universidade Tuiuti do Paraná (2008). Trabalha com Poéticas Tecnológicas desde 2001. Pesquisa Vida Artificial e Robótica através da Semiótica, suas interfaces de interação e a gameficação da contemporaneidade, produzindo Robôs Interativos, Seres Virtuais Autônomos, GameArt, Documentários e códigos computacionais. Atualmente é professor da Universidade Estadual do Paraná, na Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Arte e Tecnologia, Robótica e Cibercultura e na área de Design, na qual foi coordenador de Projeto Gráfico do Museu Oscar Niemeyer.

Institucional

Parceiros do Edital CoMciência - Ocupação em Arte, Ciência e Tecnologia
MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal
Exposição - Código das Minúcias 4

FAD (Festival de Arte Digital) é um encontro de novas tendências das artes tecnológicas. Desde 2007, o Festival de Arte Digital vem difundindo os temas da Arte através de Novas Tecnologias. Neste período, o FAD foi premiado duas vezes nacionalmente pelo Ministério da Cultura sobre a exploração inventiva de novas tecnologias no campo da arte e da comunicação. Em 2018, realizou especialmente a primeira edição da Bienal de Arte Digital, com o tema “Linguagens Híbridas”, reforçando a reflexão sobre as aproximações entre arte, ciência e tecnologia, e com a missão de, a cada dois anos, valorizar o pensamento crítico sobre os processos digitais e tecnológicos da vida e na arte.

Ficha Técnica

Realização: MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal.
Patrocínio: Gerdau
Apoio: CBMM

Direção: Márcia Guimarães
Coordenação de Programação: Luciana Amormino
Coordenação do programa coMciência: Marina Andrade
Assessoria de Comunicação: Paola Oliveira
Design: Ana Paula Costa Andrade
Assessoria de Imprensa e Digital: Rede Comunicação
Curadoria do Edital CoMciência: Alexandre Milagres e Tadeus Mucelli
Parceria: FAD – Festival de Arte Digital
Desenvolvimento do Website: Adapta Online